sábado, 30 de dezembro de 2006

Escrita Criativa - A Dama de Neve



Há bués de time, existia uma mana chamada Branca de Neve, Brany p’ós friends, que vivia com o cota e a madrasta, uma dark queen tótil jeitosa, num super-hiper-mega-ri-palácio.

Certa night, depois de uma alta desbunda, o King esticou o pernil. A partir daí, Brany passou a escrava da fatela viúva, que a obrigava à seca das limpezas lá de casa e ainda lhe fazia bué de cenas.

A chunga da madrasta curtia montes o seu MP3 alta baril em forma de espelho. Todos os dias lhe perguntava quem era a maior febra do planeta e todos os dias ele respondia “Yah! Tu, dama!”. Mas alguém trocou o chip e, um dia, a resposta foi “Yah! Tu, Brany!”. A dark ficou passadunte e mandou logo um sms à sócia Carol para lhe arranjar um tripeiro que desse cabo do canastro à enteada. Mas, o mano teve pena da chavala e deixou-a bazar, trazendo como prova a moela da águia Red Devil.

A garina meteu-se nos calcantes e vagueou durante horas, acabando por recolher a um barraco no centro de um guetto. Lá dentro tudo era canocha: mesa, bancos, camas. Incomodada pela desordem e pelo pifo da pocilga, Brany deu-lhe uma arrumadela. Por fim, já estafadex, quedou p’ó lado e ressonou por umas horas.

Ao lusco-fusco, chegaram os bosses da barraca, ou melhor bossinhos, porque os kanucas não passavam do metro de altura. Ao darem com a maluca, começaram a cuscar-lhe as cenas. Quando ela acordou, já tinham passado as manápulas pelas carecas e decidido adoptá-la.

A melga safada não tardou a topar que a gostosa estava viva e continuava boa com’ó milho. Decidiu pois o corpo-a-corpo para cortar de vez as bases à garina. Pôs uma cena marada no pitéu e, aproveitando a ausência dos mini-mitras, ofereceu o manjar à Brany. Esta, ao pitar um coto, deu-lhe um ganda vaipe e caiu redonda no mosaico. Quando os kanucas voltaram, ficaram completamente abardinados e pensaram que a mana tinha batido a bota.

Dias depois, passou por ali um alta cromo que, ao mirar a dama no seu caixote, quis logo afiambrá-la. Colou-lhe um chocho tal que rebentou a trama do feitiço e desacordou a chavala. Juntaram os trapos e curtiram-se sempre!

Trabalho colectivo do 7º1

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Em jeito de apresentação

Pedro Alexandrino de Carvalho nasceu em Lisboa no ano 1730, tendo falecido no ano de 1810.
A sua obra foi concebida dentro do estilo Barroco Italiano. Tendo sido um dos grandes pintores do seu tempo nunca recusou encomendas, por isso os seus quadros estão espalhados por todo o país. É autor de retratos, painéis e tectos decorativos que podem ser admirados em palácios e também nas igrejas de Lisboa e arredores reconstruídas depois do terramoto de 1755. Este pintor possuía uma quinta na Póvoa de Santo Adrião e na Igreja Matriz desta vila (Monumento Nacional), na qual se encontra "A Ceia", datada de 1802.