sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

O Dave Batista



Era uma vez um grande guerreiro chamado Dave Batista. Forte e alto, sabia lutar como ninguém. Vivia numa terra muito pequena, com pouca população, mas os homens daquela terra treinavam muitas vezes para serem tão fortes como o Dave.

Certo dia, uns guerreiros vizinhos vieram atacar o povo do Dave.

Este apercebeu-se logo da investida e convocou os seus guerreiros todos. Começaram logo a lutar. Os conterrâneos de Dave estavam a dominar o combate, mas...

O pior veio depois! Apareceu um outro bando rival de Dave. Valeu-lhe um grupo de aliados que os veio ajudar e acabou com os malvados. A partir daí o grupo do Dave começou a dominar o combate e conseguiram vencê-lo.
Enfim, tudo acabou bem e decidiram fazer uma festa para comemorar a vitória.




Diogo Galhanas, 7º2

Um lápis alegre



Era um vez um lápis muito alegre que só gostava de escrever histórias de criancinhas muito alegres e animais bonzinhos. Vivia numa sala de aula, numa escola muito colorida.

O lápis chamava-se André e era muito brincalhão. Até agora só escrevera histórias lindas como as dos contos de fadas. Ele era azul, tinha uns olhos verdes, um sorriso lindo e uma simpatia enorme.

Certo dia, pediram-lhe para ele fazer uma história muito triste, cheia de ogres e monstros muito maus. Ora, em primeiro lugar, ele só gostava de histórias alegres, e, em segundo lugar, ele odiava desenhar.

Naquele momento, desejou que tudo fosse um sonho, pois ele recusava o que lhe pediam, mas estavam a pressioná-lo muito.

O pior veio depois! Além de o pressionarem demasiado, obrigaram-no a fazer aquela história, embora ele insistisse que não a queria fazer. Ele estava mesmo a ficar muito esgotado. A seguir veio a chantagem. Disseram-lhe que, se ele não resolvesse fazer a história, o despediriam e arranjariam outro lápis, em seu lugar.

O André estava quase a aceitar o pedido, a dizer que faria a história, embora fosse contra a sua vontade. Quando estava prestes a dizer ao seu chefe que iria ceder, foi mal sucedido, pois o chefe já o tinha substituído por outro lápis, que tinha aceitado logo a sua proposta.

Enfim, o André, embora muito contrariado, anunciou ao chefe que seria ele mesmo a realizar a história e que não aceitava ser substituído por ninguém. Por fim, o chefe percebeu que ele desejava mesmo aquele lugar e o André convenceu-o a despedir o seu substituto. À noite, quando o lápis estava a escrever a história, percebeu que aquelas coisas todas que ele escrevia e desenhava eram só ficção, pois a realidade era muito diferente. Finalmente o lápis André terminou a história com todo o carinho e esta chegou a ser a melhor do ano. Felizmente o lápis soube distinguir a ficção da realidade.

Daniela Romão, 7º1

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

O osso de mamute


Era uma vez um ogre que vivia nas Terras do Norte. O ogre tinha um dente de ouro, o que indicava ser um chefe importante. O dente fora-lhe dado quando escalou a Montanha do Fogo, o que era considerado um grande feito entre os ogres. O famoso ogre era muito alto, transportava sempre um grande escudo frente à barriga e usava uma longa barba. Vivia-se então a Idade Média. O ogre era um grande caçador e o líder da tribo.

Certo dia, o feiticeiro ogre recebeu o coração de dragão que esperava, para fazer a poção que iria tornar o seu chefe ainda mais forte. Com o seu ajudante, o feiticeiro misturou uma poção tão luminosa como a lava da montanha do fogo, o que indicava que estava pronta. O ajudante foi chamar o chefe, mas, quando provou a poção, caiu no chão!

Mas o pior veio depois! Quando o chefe acordou, olhou para a sua mão e soltou um berro:

- A minha pele está cor-de-rosa!
O feiticeiro desculpou-se dizendo que a culpa fora dos anões que lhe entregaram o coração, pois o dito era de tigre, não de dragão. A única hipótese de sarar o chefe seria um osso de mamute.

Valeu-lhe um grupo de anões que, para reparar a sua falha, o conduziram ao esconderijo do mamute, esperando que este estivesse morto. Mas não estava! O ogre lutou sozinho contra um mamute do tamanho de uma cabana, atacando-o com as suas armas! Por fim, o ogre saiu vitorioso, segurando o osso de mamute que o iria curar!

Enfim, o feiticeiro preparou uma nova poção, esta com resultados positivos, pois o chefe voltou a ter a sua pele de tom castanho claro, como areia. O ogre ajudante, o feiticeiro e o chefe fizeram uma grande caçada para comemorar. Tudo tinha voltado ao normal.



João Pinto, 7º1

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

A Guerra dos Samurais

Era uma vez um samurai, que vivia numa terra chamada "Ivalice". Vivia-se o século XIII, a era dos samurais.
Chamava-se “Grub”, era mestre em artes marciais e em técnicas de fogo. Até sabia pôr um dardo a arder e atirá-lo para bem longe. Era muito esperto, hábil e rápido como uma chita.
Certo dia, o chefe da terra “Sempai” enviou-lhe uma carta:

Que mensagem terrível. Dali a três dias, o exército da terra vizinha invadiria o território e destruiria tudo o que lhes aparecesse à frente.
O chefe de “Ivalice” não sabia o que fazer. Primeiro, leu a carta a toda a gente da aldeia.
Grub desejou que todas as pessoas soubessem as técnicas que ele dominava. Por c
onsequência, reuniram um exército indestrutível que ele próprio treinou.

O pior veio depois! É que a preparação do exército demoraria anos, mas só dispunham de três dias. As pessoas não sabiam o que haviam de fazer.
Então, o chefe lembrou-se de armadilhar as estradas. Valeu-lhe a facilidade de montar armadilhas. Só foi preciso escavar e seguir o manual de instruções. Enquanto uns montavam armadilhas, outros aprendiam artes marciais.

As armadilhas resultaram. E dos que tinham aprendido artes marciais, ninguém morreu. Enfim, o exército de “Sempai” retirou e o seu líder morreu. “Ivalice” anexou a terra “Sempai” para construir um grande centro comercial para os samurais, com banhos turcos.
E viveram felizes para sempre.

Nuno Vieira, 7º1


Uma aventura brilhante!


Era uma vez um lápis que vivia na secretária de um escritor do século passado. Mas, não era um lápis qualquer. Aquele lápis conseguia escrever sozinho e escrevia as mais belas histórias que possamos imaginar. Perguntam-me quem era este lápis? Era um lápis de carvão, que usava roupas verdes. O seu nome era “Sr. Brilhante” por causa das suas histórias.

Certo dia, o dono do Sr. Brilhante pediu-lhe para escrever uma história e ele aceitou de bom grado. Mas, que estranho, ele não conseguia construir uma bela história. Nem bela nem má. Não conseguia ter ideias brilhantes. O dono do lápis estava a ficar impaciente e o Sr. Brilhante estava a ficar nervoso.

O pior veio depois! O dono do Sr. Brilhante ficou tão zangado que lhe partiu o bico e o deitou para o lixo, dizendo que um lápis não servia para nada se não conseguisse escrever boas histórias. O pobre do Sr. Brilhante estava sozinho dentro do caixote do lixo, contando apenas com a companhia das velhas folhas de papel.

Valeu-lhe o afia-lápis que o foi buscar ao caixote, atirou-o para cima da mesa e afiou-o. Quando lhe perguntou porque estava no lixo, o Sr. Brilhante respondeu que não conseguia imaginar nada para escrever. O afia-lápis pensou e depois disse-lhe que ele não conseguia escrever belas histórias porque a sua borrachinha da imaginação lhe saltara da cabeça.

- Ah, pois foi! Hoje quando saí do estojo esqueci-me de a colocar!

Enfim, o Sr. Brilhante foi a casa (estojo), pôs a sua borrachinha e finalmente escreveu uma história tão brilhante que ofuscava. Entregou-a então ao dono que ficou muito contente. Essa história foi publicada e teve imenso sucesso. O Sr. Brilhante tornou-se muito amigo do afia. Mas, que aprendeu o Sr. Brilhante com esta aventura? Bem, aprendeu que quem devia chamar-se Brilhante era a borrachinha.
Jorge Pereira, 7º1

Yoshi, o ninja.



Era uma vez um ninja chamado Yoshi que vivia em Hénesis, uma cidade muito calma e muito bonita, do outro lado das montanhas.

Yoshi revelava muitas habilidades como ninja. Acompanhava-o sempre o seu cão grande e branco que se chamava Óscar.

Certo dia, Yoshi foi falar com o grande ninja, o mais temido de todos, o grande Nakay. Foi-lhe dizer que queria integrar o invencível exército de Hénesis. Porém, havia grandes probabilidades de Yoshi morrer ou ficar gravemente ferido, por isso Nakay declinou o pedido do jovem amigo.

Mas Yoshi era patriota e queria participar na terrível guerra com o reino vizinho que, havia muito, ameaçava transpor as fronteiras e acabar com a paz. A coragem do rapaz convenceu Nakay, que impôs, todavia, uma condição: fazer-se sempre acompanhar de um guarda-costas, o bom e musculado Naklok.

O inevitável aconteceu 6 meses depois. O exército inimigo invadiu Hénesis. E então começou a grande batalha.

A carnificina foi grande. Morreram mais de 500 ninjas e a população da cidade ficou reduzida a 4.500 habitantes. As baixas eram muitas!

Felizmente um pequeno grupo de ninjas corajosos e empenhados, do qual faziam parte Yoshi, Nakay e Naklok atingiram o Rei e o filho herdeiro inimigos, pondo em fuga os soldados atemorizados.

Durante muitos anos Hénesis viveu em paz e a população prosperou.

João Afonso 7º1
(Adaptado)