Era uma vez um ogre que vivia nas Terras do Norte. O ogre tinha um dente de ouro, o que indicava ser um chefe importante. O dente fora-lhe dado quando escalou a Montanha do Fogo, o que era considerado um grande feito entre os ogres. O famoso ogre era muito alto, transportava sempre um grande escudo frente à barriga e usava uma longa barba. Vivia-se então a Idade Média. O ogre era um grande caçador e o líder da tribo. 
Certo dia, o feiticeiro ogre recebeu o coração de dragão que esperava, para fazer a poção que iria tornar o seu chefe ainda mais forte. Com o seu ajudante, o feiticeiro misturou uma poção tão luminosa como a lava da montanha do fogo, o que indicava que estava pronta. O ajudante foi chamar o chefe, mas, quando provou a poção, caiu no chão!
Mas o pior veio depois! Quando o chefe acordou, olhou para a sua mão e soltou um berro:
- A minha pele está cor-de-rosa!
O feiticeiro desculpou-se dizendo que a culpa fora dos anões que lhe entregaram o coração, pois o dito era de tigre, não de dragão. A única hipótese de sarar o chefe seria um osso de mamute.
Valeu-lhe um grupo de anões que, para reparar a sua falha, o conduziram ao esconderijo do mamute, esperando que este estivesse morto. Mas não estava! O ogre lutou sozinho contra um mamute do tamanho de uma cabana, atacando-o com as suas armas! Por fim, o ogre saiu vitorioso, segurando o osso de mamute que o iria curar!
Enfim, o feiticeiro preparou uma nova poção, esta com resultados positivos, pois o chefe voltou a ter a sua pele de tom castanho claro, como areia. O ogre ajudante, o feiticeiro e o chefe fizeram uma grande caçada para comemorar. Tudo tinha voltado ao normal.

Certo dia, o feiticeiro ogre recebeu o coração de dragão que esperava, para fazer a poção que iria tornar o seu chefe ainda mais forte. Com o seu ajudante, o feiticeiro misturou uma poção tão luminosa como a lava da montanha do fogo, o que indicava que estava pronta. O ajudante foi chamar o chefe, mas, quando provou a poção, caiu no chão!
Mas o pior veio depois! Quando o chefe acordou, olhou para a sua mão e soltou um berro:
- A minha pele está cor-de-rosa!
O feiticeiro desculpou-se dizendo que a culpa fora dos anões que lhe entregaram o coração, pois o dito era de tigre, não de dragão. A única hipótese de sarar o chefe seria um osso de mamute.
Valeu-lhe um grupo de anões que, para reparar a sua falha, o conduziram ao esconderijo do mamute, esperando que este estivesse morto. Mas não estava! O ogre lutou sozinho contra um mamute do tamanho de uma cabana, atacando-o com as suas armas! Por fim, o ogre saiu vitorioso, segurando o osso de mamute que o iria curar!
Enfim, o feiticeiro preparou uma nova poção, esta com resultados positivos, pois o chefe voltou a ter a sua pele de tom castanho claro, como areia. O ogre ajudante, o feiticeiro e o chefe fizeram uma grande caçada para comemorar. Tudo tinha voltado ao normal.
João Pinto, 7º1
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